Não se mede a escala ou sua função, todo o trabalho é digno ao trabalhador que o exerce. Suas funções são necessárias e precisas para a rotação do mercado funcionar. O mercado de trabalho vem se inovando ao passar dos anos. Profissionais mais exigentes, visando melhores salários e cargos de liderança, estão buscando especializações dentro e fora do País. A concorrência sempre foi um fator importante, no trabalho, no mercado e em nosso dia a dia. A Timbre separou em tópicos, os principais motivos para se especializar e aprofundar seus conhecimentos e desenvolver cada vez mais, sua profissão e dados científicos com números atuais sobre o novo mercado da tecnologia.

  • “O futuro ameaçado”

Cada vez mais próximo aos olhos do amanhã, o futuro está cada vez mais presente em nosso dia a dia… Em todos os campos de atuação, indústria, agropecuária, serviços etc. A tecnologia robótica, está cada vez mais presente na vida humana. E com ela, vem se criando suas ramificações…. Os seus pilares, cada vez mais próximo dos nossos postos de trabalho. “Afinal, a tão temida tecnologia robótica, irá roubar nossos trabalhos? ”

– Não é uma verdade! É fato que a automação cada vez mais deve transformar o mercado de trabalho, mas existe saídas para os profissionais que queiram continuar tendo seu valor… Adaptação, é preciso se adaptar ao novo mundo tecnológico.

De acordo com a McKinsey & Company, os robôs não vão ocupar metade de todos os empregos, como já afirmam alguns. Uma pesquisa conduzida pela consultoria aponta que os robôs poderão sim. Automatizar o trabalho de muitos profissionais. No entanto, apesar de toda essa evolução, apenas 5% dos trabalhos serão completamente automatizados. Isso significa que há um enorme potencial não apenas para os humanos manterem seus empregos, mas também para se tornarem mais produtivos do que nunca.

  • Tecnologia Artificial e o mercado de trabalho: qual será o futuro dos nossos empregos…

Desde que começamos a experimentar profundas mudanças no âmbito econômico, justamente pelo fortalecimento da relação humano-tecnologia, a sociedade, o mercado, seus hábitos e demandas já não são os mesmos.

O transporte, antes realizado por animais e barcos a vapor, agora é feito por automóveis e jatos comerciais. A informação, antes limitada recursos físicos, tornou-se algo global e graças à internet hoje é acessada aos quatro cantos do planeta.

Antigamente, tínhamos datilógrafos responsáveis por redigir textos, atas e cartas em máquinas de escrever sem a necessidade de olhar as teclas.

 

  • O que pode mudar com a Inteligência Artificial?

De acordo com a organização Council On Foreign Relations, a Inteligência Artificial representa o desenvolvimento de sistemas de computadores capazes de realizar tarefas que normalmente demandariam inteligência humana, como percepções visuais, tomada de decisões e até traduções entre idiomas.

·         Como a LA está afetando o mercado de trabalho?

Um estudo da revista americana Newsweek constatou nos Estados Unidos que na década de 70, 14% dos homens e 8% das mulheres tinham curso superior. Já no ano de 2015, 32% dos homens e mulheres tinham um diploma de curso superior.

Consequentemente, com o passar do tempo, aqueles indivíduos que estavam satisfeitos em assumirem cargos menos favorecidos foram estimulados a se aperfeiçoarem através de formações de nível superior, preparo intelectual e experiência, a fim de garantirem seus espaços no mercado de trabalho, desenvolvendo a sociedade como um todo.

Desse modo, diversas ocupações estão perdendo espaço para a inteligência artificial, que está em rápido desenvolvimento. A empresa de consultoria Ernest & Young listou algumas delas, confira abaixo:

  • Operador de telemarketing: com bots cada vez mais inteligentes, os computadores serão capazes de solucionar problemas dos usuários e atendimento não precisará mais ser realizado por uma pessoa;
  • Corretor de imóveis: com plataformas digitais integradas gradativamente mais inteligentes, a busca por casas ou apartamentos não necessitará mais de um corretor. A construtora Rossi, por exemplo, permite que seus clientes visitem apartamentos remotamente através de um robô presente fisicamente no imóvel;
  • Caixa bancário: com a popularização e constante desenvolvimento dos serviços bankline, a necessidade de um operador de caixa para a realização de transações é cada vez menor.

 

·         Substituição do trabalho intelectual?

O mesmo está acontecendo com processos mais complexos, com gigantes da tecnologia por trás disso. Como exemplo, o Watson, supercomputador da IBM, já é capaz de interpretar laudos médicos, elaborar processos jurídicos e realizar atendimento em call – centers, uma vez que ele é capaz de interpretar dados, localizar evidências e gerar hipóteses.

O Google também está desenvolvendo sistemas de inteligência artificial que já conseguem editar fotos, e também a criar conteúdo jornalístico para a imprensa.

O que esperar do futuro?

Mas será que, em um futuro próximo, os computadores terão aparato suficiente para serem melhores do que nós?

O que podemos afirmar é que estamos vivendo um aprofundamento da Revolução Industrial. A “Revolução Digital”, como é conhecida, deve ir além da substituição de pessoas por máquinas, e tem como missão reduzir as barreiras existentes entre o digital e o orgânico – em outras palavras, fazer com que Inteligência Artificial e seres humanos encontrem maneiras complementares de atuação.

Mas se a evolução da IA está estritamente ligada ao futuro dos empregos e como vivemos em sociedade, o que sobrará para nós humanos?

Uma vez que somos nós quem os construímos, fica clara a relação de interdependência.

É necessário estar ciente de como a inteligência artificial irá influenciar diretamente e indiretamente as carreiras para, então, investir em competências capazes de fazerem ambas as partes andarem lado-a-lado em meio a toda a evolução tecnológica.

Como em qualquer Revolução, alguns podem sair perdendo. Mas com inteligência de mercado e capacidade de adaptação, novos modelos de negócio estão sendo criados e aperfeiçoados. Cabe ao mercado tradicional adaptar-se e acompanhar a velocidade das mudanças.